
📖 Estudo publicado em CSP analisa, a partir das memórias e percepções de mulheres trans e travestis na Bahia, como a família, a escola, a religião e o território atravessam os processos de reconhecimento identitário e de construção do corpo.
Os relatos mostram que essas trajetórias são marcadas por negociações constantes entre normas sociais, experiências de patologização e estratégias de resistência.
Ao evidenciar como a memória coletiva atua tanto como prática regulatória quanto como potência performativa, o estudo reforça a urgência de políticas públicas de saúde que superem a patologização e reconheçam as especificidades das vivências trans e travestis.