
🏥 Nova pesquisa em CSP revela como o preconceito contra a pobreza afeta o atendimento na saúde pública.
Estudo inédito com 96 profissionais da Estratégia Saúde da Família em Fortaleza investigou a aporofobia no contexto da atenção primária.
Os principais achados mostram que profissionais negros tendem a ter atitudes menos preconceituosas e que as percepções variam entre práticas humanizadas e preconceitos sutis ou explícitos, e que a aporofobia compromete o acesso e a qualidade do cuidado em saúde.
A pesquisa reforça a urgência de capacitação contínua e discussões sobre determinação social da saúde na formação dos profissionais.