Fenótipo clínico da obesidade abdominal e dinapenia: Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos (ELSI-Brasil)

Estudo revela que 57,8% dos idosos apresentaram obesidade abdominal isolada, 5,7% dinapenia isolada e 12,3% obesidade abdominal-dinapênica.

Com base nos dados do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) 2015-2016, os resultados mostram maior prevalência de obesidade abdominal-dinapênica em mulheres, longevos, pessoas sem cônjuge e não alfabetizadas.

As regiões Sul e Nordeste se destacam com as maiores taxas da condição. Fatores como atividade física e estilo de vida saudável estão associados a uma menor prevalência, enquanto multimorbidade e autoavaliação ruim da saúde elevam os riscos.

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