
Estudo analisa como políticas sanitárias e práticas médicas moldam o cuidado, a gestão e a pesquisa em torno da hidatidose, uma doença infecciosa negligenciada, na província de Santiago del Estero, na Argentina, a partir de uma perspectiva crítica do Sul Global.
Com base em entrevistas com profissionais de saúde e na análise de documentos técnicos e políticas públicas, os resultados identificam uma gestão médica marcada por dependência de diretrizes internacionais, práticas autoritárias e fragilização da autonomia técnica local, além de processos de trabalho fragmentados, com predomínio de modelos biomédicos e tecnocráticos.
Leia mais: https://bit.ly/4q9PW74.