
SARS-CoV-2 em comunidades indígenas Pataxó do sul da Bahia
Estudo mostra que, apesar da vacinação, a transmissão do vírus na segunda onda de COVID-19 persistiu, impulsionada pelas condições de trabalho precárias e a alta mobilidade dessa etnia. As vacinas, embora não tenham evitado infecções, retardaram a transmissão e reduziram a gravidade dos sintomas.
Mulheres, idosos e pessoas com comorbidades foram os mais afetados, mas a mortalidade diminuiu. O forte impacto da pandemia nesse grupo étnico evidencia a persistente desigualdade socioeconômica e de saúde, apontando para a necessidade urgente de políticas públicas específicas.
Leia o artigo completo no site de CSP.