
Como o racismo, nacionalidade e barreiras de linguagem interferem no acesso à saúde?
Estudo em CSP analisa as experiências de mulheres congolesas refugiadas no Rio de Janeiro nos serviços do SUS, a partir de uma ótica interseccional entre gênero, raça, classe e nacionalidade.
As narrativas revelam que a desconfiança, a falta de capital social e as experiências de discriminação são obstáculos à busca por cuidado e ao acolhimento.
O artigo reforça a importância de ouvir grupos vulneráveis e criar espaços inclusivos para promover a equidade em saúde.
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil