
Hesitação vacinal na Argentina
Artigo analisa como mães de classe média na região metropolitana de Buenos Aires tomam decisões sobre vacinar seus filhos. A pesquisa identificou diferentes trajetórias de relutância ou rejeição: influência de profissionais de saúde no parto e consultas pediátricas, adoção de estilos de vida “naturais”, desconfiança na biomedicina e busca ativa por informações contrárias às vacinas.
No entanto, a relutância não significa necessariamente a recusa total: algumas mães vacinam seletivamente, adiam doses ou restringem certas imunizações.
O estudo destaca que a hesitação vacinal não deve ser reduzida ao rótulo de “movimento antivacina”, pois há uma diversidade de influências e processos envolvidos.
Leia na íntegra: https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/article/view/8988