
Pessoas trans, travestis e não conformes ao gênero enfrentam desigualdades profundas que atravessam a vida cotidiana, e isso pode incluir o direito à alimentação.
Revisão sistemática de CSP analisa como experiências de estigma, discriminação e violência estruturam a insegurança alimentar entre esse grupo.
Os achados mostram que a transfobia, a exclusão familiar, as barreiras no emprego, a violência de gênero e a falta de moradia segura agravam o acesso limitado a alimentos. Além de impactos físicos e mentais, muitas vezes a alimentação é restringida a opções ultraprocessadas e baratas. Redes de apoio surgem como fundamentais para mitigar esses efeitos, assim como estratégias de resiliência individual e comunitária.
Leia na íntegra: https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/article/view/9409