
Quem tem voz na ciência? Quem decide o que é publicado e quais saberes são legitimados?
O Editorial de novembro de CSP propõe as reflexões acima e debate as desigualdades que atravessam a publicação científica, como as de gênero, raça, classe, território e idioma.
As autoras do Editorial reforçam que reconhecer essas assimetrias é o primeiro passo para transformá-las e construir práticas editoriais mais plurais, inclusivas e comprometidas com a diversidade dos saberes e das experiências.