
Ensaio crítico analisa as definições construídas entre 2000 e 2025, a partir de uma perspectiva ocidental, e questiona: ainda pensamos o trabalho na velhice de forma limitada?
A análise mostra que as conceituações se dividem em dois níveis: o microsocial (com foco em envelhecimento produtivo, identidade profissional, terapia ocupacional e até workaholism) e o macrosocial, que aborda o trabalho digno, a divisão sexual do trabalho e os impactos econômicos, políticos e culturais nas trajetórias laborais.
O Ensaio argumenta que uma visão unidimensional reduz nossa capacidade de compreender as novas dinâmicas do trabalho na velhice, especialmente em um mundo marcado por transformações no mercado e nas relações laborais.
Leia na íntegra: https://cadernos.ensp.fiocruz.br/ojs/index.php/csp/article/view/10046