
Artigo analisa o atendimento de famílias no serviço de Saúde Mental em uma cidade do interior, destacando o papel das escolas na busca por cuidado e a alta rotatividade de profissionais como barreira ao acesso.
Os achados reforçam a necessidade de fortalecer redes de atenção psicossocial, considerando a complexidade do atendimento.
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